
O desconforto sob outra ótica: do vício da performance à sabedoria do corpo
Você já percebeu como a pressa virou uma espécie de
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Procure não encarar o processo de mudança de hábitos como sacrifício, mas como algo prazeroso, que levará você ao maior bem-estar, com vitalidade, energia, confiança e autonomia na sua saúde. Não existe atalho para o sucesso da mudança de comportamento em saúde – existe constância e persistência.

Você já percebeu como a pressa virou uma espécie de

O texto critica a decisão da Conitec de não incorporar semaglutida e liraglutida ao SUS, por considerá-la um retrocesso no enfrentamento da obesidade — uma doença crônica de alta carga que afeta milhões — e um agravante das desigualdades no acesso à saúde. Defende que a obesidade exige cuidado contínuo, sem estigma, com acesso equitativo a um arsenal terapêutico que inclua agonistas de GLP‑1, integrados à Medicina do Estilo de Vida e ao acompanhamento multiprofissional. Argumenta que as evidências apontam para eficácia clínica relevante e benefícios cardiometabólicos, com segurança sob critérios definidos, além de potencial custo-efetividade no longo prazo. Destaca ainda os ganhos sociais e econômicos de um controle efetivo da doença — menos complicações, melhor qualidade de vida e maior produtividade — e conclama uma revisão urgente das medidas, alinhada à justiça social, sustentabilidade do sistema e dignidade no cuidado.

A crítica de que a Medicina do Estilo de Vida não deveria ser um ramo separado da medicina é válida, mas ignora o fato de que ela se tornou popular justamente por suprir uma lacuna crucial na formação médica tradicional. Em vez de apenas tratar doenças, essa abordagem oferece a metodologia para guiar pacientes na mudança de hábitos — o “como” que a faculdade não ensina. Assim, a Medicina do Estilo de Vida não é um ramo à parte, mas a aplicação prática e necessária de um cuidado que vai além da receita, focando no bem-estar e na autonomia do paciente, gerando um valor duradouro para a saúde.

Certamente, você conhece alguém que faz reposição hormonal com testosterona ou talvez você mesmo a utilize. Mas você tem ideia dos verdadeiros riscos/benefícios por trás dessa prescrição, que virou moda nos últimos anos? Principalmente entre os que buscam um corpo escultural e musculoso, a testosterona acena como um recurso “promissor”. Mas você sabe a que preço? Vale a pena?

Descubra como a minissérie da Netflix sobre vinagre de maçã provoca importantes reflexões sobre os rumos da medicina moderna. O conteúdo destaca o desafio que pacientes enfrentam diante do excesso de informações de fontes não confiáveis, especialmente nas redes sociais. A discussão enfatiza a importância fundamental da comunicação eficaz entre médicos e pacientes para fortalecer a confiança, promover a educação em saúde e motivar o autocuidado. Aprenda por que esse diálogo qualificado é essencial para uma medicina baseada em evidências, empatia e melhores resultados clínicos.

Evidências substanciais respaldam o papel dos hábitos de vida no desencadeamento e prevenção de doenças cardiovasculares, incluindo sua reversão.






Você já percebeu como a pressa virou uma espécie de

O texto critica a decisão da Conitec de não incorporar semaglutida e liraglutida ao SUS, por considerá-la um retrocesso no enfrentamento da obesidade — uma doença crônica de alta carga que afeta milhões — e um agravante das desigualdades no acesso à saúde. Defende que a obesidade exige cuidado contínuo, sem estigma, com acesso equitativo a um arsenal terapêutico que inclua agonistas de GLP‑1, integrados à Medicina do Estilo de Vida e ao acompanhamento multiprofissional. Argumenta que as evidências apontam para eficácia clínica relevante e benefícios cardiometabólicos, com segurança sob critérios definidos, além de potencial custo-efetividade no longo prazo. Destaca ainda os ganhos sociais e econômicos de um controle efetivo da doença — menos complicações, melhor qualidade de vida e maior produtividade — e conclama uma revisão urgente das medidas, alinhada à justiça social, sustentabilidade do sistema e dignidade no cuidado.

A crítica de que a Medicina do Estilo de Vida não deveria ser um ramo separado da medicina é válida, mas ignora o fato de que ela se tornou popular justamente por suprir uma lacuna crucial na formação médica tradicional. Em vez de apenas tratar doenças, essa abordagem oferece a metodologia para guiar pacientes na mudança de hábitos — o “como” que a faculdade não ensina. Assim, a Medicina do Estilo de Vida não é um ramo à parte, mas a aplicação prática e necessária de um cuidado que vai além da receita, focando no bem-estar e na autonomia do paciente, gerando um valor duradouro para a saúde.

Certamente, você conhece alguém que faz reposição hormonal com testosterona ou talvez você mesmo a utilize. Mas você tem ideia dos verdadeiros riscos/benefícios por trás dessa prescrição, que virou moda nos últimos anos? Principalmente entre os que buscam um corpo escultural e musculoso, a testosterona acena como um recurso “promissor”. Mas você sabe a que preço? Vale a pena?

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Evidências substanciais respaldam o papel dos hábitos de vida no desencadeamento e prevenção de doenças cardiovasculares, incluindo sua reversão.

A Medicina do Estilo de Vida é uma abordagem médica que visa promover a saúde e prevenir doenças por meio da mudança de hábitos de vida, como alimentação saudável, atividade física regular, sono adequado e controle do estresse.

A tireoide é uma glândula que, apesar de ser relativamente pequena, tem grande importância para o adequado funcionamento do organismo.

Existem muitos mitos e verdades relacionados às dietas para emagrecer. Vamos dar uma olhada em alguns dos mais comuns:

A obesidade é caracterizada por um acúmulo ou excesso de gordura corporal e trata-se de uma doença crônica, multifatorial, complexa, progressiva, redicivante e uma verdadeira epidemia global, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

O diabetes é uma condição crônica que pode afetar significativamente a qualidade de vida da pessoa. No entanto, é possível conviver pacificamente com a doença e melhorar o prognóstico através de algumas medidas.

O Diabetes mellitus não é uma única doença e sim um grupo heterogêneo de distúrbios metabólicos que apresentam em comum a hiperglicemia, resultante de defeito na ação e/ou secreção de insulina, hormônio que é produzido pelo pâncreas. Todas as células do nosso corpo precisam de açúcar para funcionar normalmente, uma vez que o açúcar é fonte de energia.