A verdade é que uma mulher não precisa escolher entre ser uma coisa ou outra. Ela precisa ser uma mulher possível.
Possível é a médica que atende pacientes e volta para
Possível é a médica que atende pacientes e volta para

Você já percebeu como a pressa virou uma espécie de

A crítica de que a Medicina do Estilo de Vida não deveria ser um ramo separado da medicina é válida, mas ignora o fato de que ela se tornou popular justamente por suprir uma lacuna crucial na formação médica tradicional. Em vez de apenas tratar doenças, essa abordagem oferece a metodologia para guiar pacientes na mudança de hábitos — o “como” que a faculdade não ensina. Assim, a Medicina do Estilo de Vida não é um ramo à parte, mas a aplicação prática e necessária de um cuidado que vai além da receita, focando no bem-estar e na autonomia do paciente, gerando um valor duradouro para a saúde.

Certamente, você conhece alguém que faz reposição hormonal com testosterona ou talvez você mesmo a utilize. Mas você tem ideia dos verdadeiros riscos/benefícios por trás dessa prescrição, que virou moda nos últimos anos? Principalmente entre os que buscam um corpo escultural e musculoso, a testosterona acena como um recurso “promissor”. Mas você sabe a que preço? Vale a pena?

A tireoide é uma glândula que, apesar de ser relativamente pequena, tem grande importância para o adequado funcionamento do organismo.

O Diabetes mellitus não é uma única doença e sim um grupo heterogêneo de distúrbios metabólicos que apresentam em comum a hiperglicemia, resultante de defeito na ação e/ou secreção de insulina, hormônio que é produzido pelo pâncreas. Todas as células do nosso corpo precisam de açúcar para funcionar normalmente, uma vez que o açúcar é fonte de energia.

Realizar pequenas pausas ao dia para exercícios simples pode ser tão eficaz quanto a atividade física consecutiva.

A Medicina do Estilo de Vida é uma abordagem de saúde baseada em evidências que utiliza a ciência do comportamento para produzir mudanças de comportamentos de saúde de maneira mais eficaz e duradoura.

A “Slow Medicine”, movimento ao qual sou adepta, resgata a primazia do tempo na ciência e na arte de cuidar. Tempo para ouvir, tempo para refletir, tempo para construir relações sólidas e duradouras entre médicos, pacientes, famílias e comunidade.